O que é Rotary?



O Rotary International (http://www.rotary.org) é a associação de todos os Rotary Clubs do mundo. Cada Rotary Club é composto por líderes de negócios e profissionais de ambos os sexos que prestam serviços humanitários, fomentam um elevado padrão de ética em todas as profissões e ajudam a estabelecer a paz e a boa vontade no mundo.

O objetivo do Rotary é estimular o Ideal de Servir, como base de todo empreendimento digno, promovendo e apoiando o desenvolvimento do companheirismo como elemento capaz de proporcionar a oportunidade de servir; o reconhecimento do mérito de toda ocupação útil e a difusão das normas de ética profissional; a melhoria da comunidade pela conduta exemplar de cada um na vida pública e privada e a aproximação de profissionais de todo o mundo, visando a consolidação das boas relações, da cooperação e da paz entre as nações.

Tudo começou na região centro-leste do continente norte-americano, onde encontramos os grandes lagos. O que está mais ao sul é conhecido como lago Michigan, às margens do qual está a cidade de Chicago. Lá, em 23 de fevereiro de 1905, nasceu o Rotary lnternational, fruto do encontro de 4 amigos de profissões diferentes, um advogado, um comerciante de carvão, um engenheiro de minas e um comerciante de roupas. Tomou o nome de Rotary porque em seu começo as reuniões realizavam-se rotativamente nos escritórios de cada um de seus associados, o que na medida em que os clubes cresciam mostrou-se inviável, sendo então escolhidos locais fixos para a realização das reuniões. Tendo se expandido para além das fronteiras norte-americanas, recebeu o qualificativo International.

O idealizador do Rotary foi o advogado Paul Percy Harris, que na época da fundação do clube contava 35 anos de idade. Buscavam os fundadores criar uma sociedade em que predominasse a ética e as pessoas pudessem se relacionar pessoal e profissionalmente encontrando o mesmo ambiente de confiança, camaradagem, familiaridade e pertinência que haviam conhecido em suas infâncias e juventude, nas pequenas comunidades das quais eram oriundos, condições estas que em tudo contrastavam com o clima efervescente de uma cidade cosmopolita, turbulenta, corrupta e cheia de crimes, já grande e ainda em expansão, como era a Chicago do início do século XX.

Inicialmente voltados para os contatos social e profissional, tudo mudou quando, dois anos depois de sua fundação, o Rotary realizou o seu primeiro projeto voltado para a comunidade, a instalação de um banheiro público em uma movimentada rua do centro de Chicago. Esta iniciativa, marco em nossa história, fez com os rotarianos descobrissem o seu potencial para servir.

Com a base no tripé relacionamento social, relacionamento profissional e serviço comunitário passou o Rotary a crescer rapidamente. Em 1910, tornou-se internacional com a abertura do primeiro clube em Winnipeg, no Canadá, e em 1911 chegou à Europa com a abertura de clubes em Dublin e Londres. Hoje, está presente em 168 países e conta com mais de 1.200.000 rotarianos, distribuídos por cerca de 32.000 clubes. Poucos são os países que ainda não possuem um clube de Rotary.

O trabalho do Rotary reflete um século de bons serviços, que só foram possíveis pela participação de seus associados, que identificam as necessidades das comunidades onde estão inseridos e através de seus esforços pessoais e de contribuições de companheiros e de parceiros conseguem suprir aquelas carências.

Para que o trabalho dos rotarianos produzisse os resultados almejados, em 1917 criou-se um fundo de dotações que posteriormente se tornaria a Fundação Rotária. No início as contribuições eram pouco significativas, mas, após a morte de Paul Percy Harris em janeiro de 1947, aos 78 anos, inspirados pela maneira simples de viver do idealizador do Rotary e em sua memória, os rotarianos trabalharam para a rápida evolução da Fundação Rotária com contribuições significativas. É através da Fundação – seu braço financeiro - que o Rotary financia os programas humanitários que realiza no mundo. Poderíamos discorrer por páginas e páginas sobre estes programas e estaríamos tocando apenas em uma pequena fração do trabalho que foi e está sendo realizado.

De grande destaque é um programa iniciado em 1985, como conseqüência do envolvimento prévio do Rotary na área de saúde pública. Apercebendo-se da aproximação de seu centenário, que aconteceria dentro de 20 anos, o Rotary International comprometeu-se a dar um presente a todas as crianças do mundo na data em que estivesse comemorando o seu primeiro século de existência. A tarefa, uma missão quase impossível, trabalho para 20 anos, uma parceria com a Organização Mundial da Saúde, o Fundo das Nações Unidas para as Crianças, o UNICEF, e outros, era: eliminar a poliomielite da face do planeta Terra. Estava criado o programa Pólio Plus - as gotas que salvam. O número de casos de poliomielite reduziu-se de 300.000 por ano, em 1988, para menos de 1000 em 2004. Em muitas regiões do planeta a tarefa não é simples pois há problemas de conflitos regionais e de logística para que as vacinas cheguem aos mais distantes rincões. Os rotarianos não medem esforços para vencerem todas estas dificuldades que se apresentam.

Até o final de 2005 o Rotary terá investido mais de 600 milhões de dólares no programa Pólio Plus, sendo o maior parceiro não governamental no investimento realizado para a erradicação da poliomielite, responsável sozinho por um quarto do total de fundos aplicados no programa.

Nos últimos 20 anos, o programa imunizou mais de 2 bilhões de crianças e mais de 1 milhão de voluntários do Rotary se dedicaram aos dias nacionais de imunização. Os rotarianos esperam o fim da poliomielite no ano do centenário – 2005 - nosso presente de aniversário para o mundo.

Os programas da Fundação Rotária não se resumem ao Programa PolioPlus. Muitos outros são realizados, e de 1936 até 2001 a Fundação Rotária já despendeu quase 1,2 bilhão de dólares na concretização de todos os programas que patrocina.

Mais de 200.000 jovens já participaram do Programa de Intercâmbio Internacional, o qual é realizado com os mais variados países do mundo, estando aptos a participarem jovens de todos os países onde o Rotary está estabelecido. No ano do centenário de fundação do Rotary os Distritos da Capital de São Paulo estarão ultrapassando a marca dos 100 jovens embarcados, num único período, para os programas de um ano nas casas de famílias estrangeiras e recebendo igual número de embaixadores de outras nações, como chamamos estes jovens. Neste ano, 2005, por primeira vez, estaremos recebendo uma intercambiada do Timor Leste, país que recentemente se libertou do domínio indonésio e se reestrutura com a ajuda do Brasil, e que literalmente fica do outro lado do mundo.

Acima de 42.000 jovens profissionais participaram do Programa de Intercâmbio de Grupos de Estudo no exterior e cerca de 80 milhões de dólares foram empregados para financiar este Intercâmbio.

Já foram concedidas 34.000 bolsas educacionais de nível universitário, e recentemente foram criadas as Bolsas Pró Paz para a resolução de conflitos, com cursos especialmente preparados, ministrados em 7 centros universitários escolhidos ao redor do mundo.

Foram realizados 16.000 Programas de Subsídios Equivalentes, dotações de verbas oriundas de parcerias entre dois clubes de diferentes nações e a Fundação Rotária, outorgadas a projetos humanitários internacionais, dos quais nosso país é participante ativo.

Além dos programas da Fundação Rotária, os Rotary Clubs no Brasil se dedicam a muitos outros programas executados no âmbito de suas comunidades, com recursos próprios ou em parceria com forças da comunidade.

O Brasil teve o seu primeiro clube em 1922, no Rio de Janeiro e, em 1924, o segundo em São Paulo, o Rotary Club de São Paulo. Somos cerca de 52.000 associados no Brasil, distribuídos em aproximadamente 2.300 clubes, sendo que nosso país é o terceiro em número de clubes e o quinto em número de associados no mundo rotário.

Paul Harris, o fundador do Rotary, esteve no Estado de São Paulo em abril de 1936 e visitou o eixo Santos-São Paulo, indo até Campinas. Paul e sua esposa Jean desembarcaram no porto de Santos e foram recebidos por numerosa comitiva de rotarianos e personalidades. Na cidade de São Paulo plantou uma árvore na Praça da República em local defronte à Av. Vieira de Carvalho e jantou com rotarianos no Hotel Therminus, onde discursou.

Nestes 100 anos de existência, nosso país deu 3 presidentes ao Rotary International. O primeiro foi o paulistano Armando de Arruda Pereira, que comandou o Rotary no exercício 1940-1941, e que também foi prefeito da Cidade de São Paulo de 1951 a 1953. O segundo foi o carioca Ernesto Imbassahy de Mello, que exerceu seu mandato no exercício 1975-1976 e o terceiro o santista Paulo Viriato Correa da Costa, 1990-1991, que para manifestar a preocupação do Rotary com a ecologia, já no final dos anos 80, cunhou a frase sempre lembrada Preserve o Planeta Terra, que acabou virando um dos programas permanentes de Rotary, responsável pelo plantio de mais de 10 milhões de árvores ao longo de sua história.

Falar do trabalho do Rotary é falar de um século de serviços dedicados à humanidade e à promoção da paz e da boa vontade entre os homens. O Rotary é a única organização não governamental com assento permanente na Organização das Nações Unidas, que ajudou a criar no final da segunda grande guerra, em 1945.

Paul Harris

O FUNDADOR DO ROTARY

Paul Percy Harris nasceu em 19 de abril de 1868 em Racine, Wisconsin, EUA, filho de George e Cornelia Bryan Harris. George, um comerciante, era filho de Howard Harris, de Wallingford, Vermont, EUA, e Cornelia, filha de Henry Bryan, o segundo prefeito de Racine. Paul Percy era o segundo filho do casal, o primeiro chamava-se Cecil.

Administrar seu dinheiro não era um dos maiores talentos do jovem casal Harris, de modo que uma boa parte do sustento vinha do pai de George. Quando passaram por uma fase difícil em 1871, George levou os meninos para a casa de seus pais, em Vermont, deixando Cornelia - e seu bebê recém-nascido - morando em uma pensão em Racine. Cecil, então com cinco anos e meio, e Paul, com três, logo se acostumaram com o ambiente do vale das Montanhas Verdes de Verrnont. Caminhavam pelas trilhas, ajudavam a alimentar os animais da fazenda e saboreavam os doces caseiros, sob o olhar vigilante de seus rígidos e ternos avós. Cecil logo voltou para a companhia de seus pais e irmãos - além do bebê, logo viriam mais dois - mas Paul ficou.

Howard Harrís, homem de pouca escolaridade, havia, um dia, desejado ser advogado, sonho que logo transmitiu para Paul, que escreveria mais tarde que toda a firmeza de propósito, integridade e sinceridade com que nasceu foram herdadas de seu avô; e o amor pelos seres humanos, especialmente pelas crianças, veio de sua avó Pamela. Paul era um menino levado, e frequentemente, pulava a janela de seu quarto para brincar com os colegas, enquanto seus avós pensavam que estivesse dormindo. Ao terminar o curso secundário, Paul se matriculou na Academia Black River, em Ludlow, mas acabou sendo convidado a se retirar por causa de suas travessuras. Seus avós, então, o matricularam na Academia Vermont, uma escola militar. Em 1885, ele entrou para a Universidade de Vermont, em Burlington, de onde foi expulso por mau comportamento, só que, desta vez, injustamente. Anos depois, a universidade se desculpou e conferiu um título a Paul e mais três colegas que também haviam sido injustiçados.

Paul começou a trabalhar como professor particular e entrou para a Universidade de Princeton. Enquanto Paul estava em Princeton seu avô morreu, o que o fez ficar mais próximo ainda de sua avó. Depois de seu primeiro ano na universidade, Paul foi trabalhar em uma marmoraria, como office-boy, ganhando um dólar por dia. Seu bom desempenho mereceu elogios do patrão. Confiante de que sua avó ficaria bem na casa da filha, Paul foi estudar Direito na Universidade Estadual de lowa, onde adquiriu um grande amor pela leitura, especialmente dos trabalhos de Charles Dickens e das biografias dos grandes líderes. Pouco tempo depois de sua formatura, em 1891, sua avó morreu. Em seu enterro, Paul percebeu que havia vivido toda a sua vida em um pequeno vale. Embora tenha sido feliz, ele decidiu que iria conhecer o mundo e passar os próximos cinco anos estudando todos os ângulos possíveis da vida humana, em tantos lugares quanto possível. Depois, voltaria para Chicago para exercer a advocacia.

A primeira parada de Paul foi a Califórnia. Em julho de 1891, chegou em São Francisco, de bolsos vazios. Conseguiu um emprego de repórter no jornal Chronicle, mas logo ele e um colega deixaram o jornal para viajar pelo estado. Trabalharam como ajudantes em fazendas, colheram uvas, deram aulas em escolas profissionalizantes, fizeram parte de uma companhia de teatro e viajaram por toda a região. Paul, então, foi para a Flórida e começou a trabalhar como recepcionista noturno em um hotel da cidade de Jacksonville. Depois, trabalhou como caixeiro-viajante para uma firma de compra e venda de mármore de propriedade de George W. Clark que, vinte anos depois, seria presidente do Rotary Club de Jacksonville.

Depois de conhecer Washington, durante a posse do Presidente dos EUA, Grover Cleveland, foi vender mármore no Velho Sul. Na Filadélfia, empregado como tratador de gado, embarcou em um navio que ia para Liverpool, numa cansativa viagem de 14 dias. Por ter data marcada para voltar e honrar seus compromissos, não pôde realizar o sonho de conhecer Londres. De volta à Filadélfia, resolveu ir de trem para a Feira Mundial de Chicago. De lá seguiu para Nova Orleans, onde trabalhou encaixotando laranjas e pescando ostras nas baías pantanosas. De volta a Jacksonville, foi trabalhar outra vez na empresa de George Clark, e, durante um ano, cobriu todos os estados do sul, Cuba e as Bahamas. George o enviou, então, para a Grã Bretanha, para supervisionar as minas de granito e mármore de toda a Europa Continental. Em cada lugar por onde passava, fazia amigos.

Já de volta aos EUA, Paul começou a planejar sua vida em Chicago. Passado três anos e meio dos cinco planejados, ele precisava de dinheiro. Mais uma vez voltou a trabalhar para George Clark, que lhe deu a chefia do escritório de Nova lorque. Em 27 de fevereiro de 1896, quatro meses antes do limite de cinco anos terminar, Paul chegou em Chicago. Alugou um pequeno conjunto de escritórios e toda a mobília para equipá-los, escolheu um para si e sublocou os outros. A Chicago da virada do século era uma cidade em crescimento e as constantes mudanças sociais e financeiras proporcionavam bons negócios para os advogados. A natureza amável de Paul lhe rendeu amizades em todas as camadas sociais. Mas, aos domingos e feriados, o rapaz do campo adorava sair da cidade. E, ao passear pelos arredores da cidade, sonhava com as amizades simples de seu lar.

Em uma noite de verão de 1900, Paul jantou com um amigo no bairro Rogers Park, de Chicago. Depois, os dois foram dar um passeio, parando em vários lugares onde se concentravam as empresas da cidade. Em cada uma delas, seu amigo o apresentava ao proprietário. Paul começou a pensar que seria uma boa idéia reunir um grupo de colegas de negócios em um ambiente informal, de amizade. E ainda haveria uma vantagem especial se cada um representasse uma profissão diferente. Pensou em seus próprios clientes: Silvester Schiele, comerciante de carvão; Gustavus Loehr, engenheiro de minas; Harry Ruggles, gráfico. Na noite de 23 de fevereiro de 1905, Paul, Silvester e Gus se reuniram, junto com Hiran Shorey, alfaiate, no escritório de Gus, no Edifício Unity, no centro de Chicago. Assim, começaram a se encontrar regularmente, levando os amigos para o seu clube. Paul sugeriu alguns nomes para esse clube, e escolheram Rotary, já que o plano era realizar encontros em esquema rotativo, nos escritórios de todos. O número de associados cresceu rapidamente, atraindo homens que obtiveram êxito em seus negócios sem qualquer ajuda, a maioria solteiros vindos de fazendas ou cidades pequenas. Logo, clubes do Rotary começavam a ser fundados em outras cidades. Paul compreendeu que o sistema de clubes - com seus diferentes membros compartilhando seu ponto em comum, a amizade - era uma ótima oportunidade para encorajar a tolerância política e religiosa e também para servir. Ele tinha convicção de que a amizade levava, inevitavelmente, à boa vontade e às grandes realizações.

Paul Harris não gastava todas as suas energias no Rotary. Trabalhava muito como advogado, e também era membro da Associação Comercial de Chicago, do Clube da Cidade, da Associação dos Advogados de Chicago e do Hinsdale Golf Club. Além de todas essas associações, ainda fazia parte de um clube de caminhadas e passeios, o Prairie Club. Lá, conheceu uma moça chamada Jean Thomson, que viera da Escócia há três anos. Apenas três meses depois, se casaram.

Em 1907, Paul sucedeu Albert L. White como presidente do Rotary Club de Chicago, e exerceu a metade de um mandato. Em 1910, representantes de 14 Rotary Clubs independentes compareceram à primeira convenção em Chicago, com Chesley Perry marcando o ritmo do trabalho. A partir daí, a Associação Nacional de Rotary Clubs emergiu, com estatuto e regimento interno cuidadosamente preparados - e com Paul Harris como presidente e Ches Perry como secretário. Quando Ches pediu a Paul que escrevesse uma mensagem para os então 1.800 sócios dos Rotary Clubs, ele respondeu com um ensaio tão longo que Ches teve que mandar imprimi-lo em uma gráfica. O resultado disto foi o lançamento em 1.º de janeiro de 1911 da edição n.º1, do Vol. n.º 1, do boletim The National Rotarian.

Ches Perry guiava a organização e a administração da Associação, e Paul trabalhava principalmente com as relações públicas. Visitava clubes em Cincinnati, Cleveland, Detroit, Pittsburgh, Indianápolis e também em outros países, pois Rotary estava se expandindo. Como fundador e presidente emérito do Rotary, ele era uma inspiração poderosa para a expansão e influência da organização onde quer que fosse.

20 "boas" razões para ser Rotariano

1. Amizade: Em um mundo cada vez mais complexo, o Rotary satisfaz a uma das necessidades mais básicas dos seres humanos: a de companheirismo. Esta é uma das duas razões pelas quais o Rotary foi fundado em 1905.

2. Contatos profissionais: Este foi o segundo motivo do surgimento do Rotary. Toda pessoa precisa de uma rede de contatos. O Rotary representa um corte transversal das profissões de uma comunidade, pois os rotarianos estão envolvidos em todos os ramos comerciais e profissionais, e ajudam-se uns aos outros.

3. Crescimento pessoal: O envolvimento com o Rotary favorece o crescimento pessoal na área de relações humanas.

4. Experiência em liderança: O Rotary é uma organização que congrega líderes e pessoas de sucesso. Servir em cargos rotários é sinônimo de maior experiência em liderança. A pessoa aprende como motivar, influenciar e liderar aqueles que já são líderes.

5. Atuação cívica na comunidade: A ligação com um Rotary Club torna seus sócios melhores cidadãos. Tipicamente, o Rotary Club congrega as pessoas mais atuantes de uma comunidade.

6. Informação atualizada: As reuniões semanais de um Rotary Club procuram manter os sócios atualizados sobre o que está acontecendo na comunidade, no país e no mundo. Discutem-se temas variados apresentados por palestrantes convidados.

7. Diversão: O Rotary também oferece diversão. Todas as reuniões semanais, projetos de clube e atividades sociais e o serviço são interessantes e divertidas. Além disso, prestar serviços também é divertido.

8. Oratória: Muitas pessoas que ingressam em nossa organização têm receio de falar em público. O Rotary permite excelente experiência em oratória, fortalecimento da autoconfiança e aproveitamento de oportunidades no campo da comunicação.

9. Cidadão do mundo: Todo rotariano usa um distintivo que diz Rotary International e é bem recebido e incentivado a participar das reuniões de mais de 31.000 clubes de 167 países e regiões geográficas. São poucos os lugares do mundo que não contam com um Rotary Club. No Rotary fazemos amigos na comunidade local e mundial.

10. Assistência durante viagens: Como existem Rotary Clubs em tantos lugares, com muita freqüência rotarianos que precisavam de médico, advogado, hotel, dentista, conselho, etc., durante alguma viagem conseguiram ajuda através do Rotary.

11. Entretenimento: Todo clube organiza reuniões e atividades de entretenimento, as quais são muito importantes para trazer diversão às nossas ocupadas vidas profissionais ou de negócios. No Rotary são organizadas conferências, convenções, assembléias e institutos que, além de informação, orientação e serviço rotário, também oferecem distração.

12. Melhoria das habilidades sociais: Todas as semanas, e em vários tipos de reuniões e eventos, o Rotary aperfeiçoa nossas personalidades e habilidades interpessoais, oferecendo ambiente ideal para pessoas que gostam de sociabilizar.

13. Programas familiares: O Rotary oferece um dos mais abrangentes programas de intercâmbio de jovens do mundo, patrocina clubes em escolas secundárias e universitárias para os futuros rotarianos, programas e associações de cônjuges, bem como grande variedade de atividades úteis que difundem valores fundamentais às famílias de rotarianos.

14. Conhecimentos profissionais: Espera-se que todo rotariano envolva-se com a melhoria de sua profissão ou ocupação, sirva em comissões de serviços profissionais e participe da divulgação de sua profissão entre os jovens. Os rotarianos procuram conseguir que todos sirvam sempre da melhor maneira através de nossas profissões, sejam elas no ramo da medicina, educação, etc.

15. Valores éticos: Os rotarianos aplicam em todas as suas atividades a Prova Quádrupla, a qual reflete seus padrões de ética. Espera-se que os sócios atuem eticamente em suas profissões e relacionamentos pessoais.

16. Conscientização cultural: Encontramos representadas no Rotary, mundialmente, quase todas as religiões, culturas, raças, nacionalidades e crenças políticas. Em nosso meio encontram-se os cidadãos de maior destaque dos mais variados campos do conhecimento humano. Os rotarianos entram em contato com outras culturas e anseiam por trabalhar e ajudar as pessoas de todos os lugares. Conseqüentemente, tornam-se melhores cidadãos em seus próprios países.

17. Prestígio: Os rotarianos são pessoas de prestígio - líderes de negócios, profissionais, artísticos, governamentais, esportivos, militares, religiosos e muitos outros. O Rotary é a associação de clubes dedicada à prestação de serviços mais antiga e prestigiosa do mundo. Em suas fileiras encontram-se executivos, diretores e profissionais de destaque, ou seja, pessoas de influência acostumadas a tomar decisões.

18. Pessoas agradáveis: Acima de tudo, os rotarianos são pessoas agradáveis. São indivíduos que crêem que o valor de cada um reside em ter bom coração e não no destaque pessoal.

19. Ausência de um credo oficial: Pelo fato do Rotary International não ter caráter político ou religioso, não possuímos nenhum credo oficial. Somos uma sociedade aberta, integrada por homens e mulheres que acreditam no valor da ajuda ao próximo.

20. Oportunidade para Servir: Rotary é formado por clubes dedicados à prestação de serviços. Seu interesse máximo é a humanidade, seu produto de maior valor é a dedicação ao servir.

Os melhores motivos para tornar-se rotariano são a oportunidade de ajudar nossos semelhantes e o bem-estar que resulta de nossas ações.

Prova Quádrupla

Em 1932, o rotariano Herbert J. Taylor criou a Prova Quádrupla, um código de ética adotado pelo Rotary 11 anos mais tarde. A Prova, traduzida em mais de 100 idiomas, consiste nas seguintes perguntas:

DO QUE NÓS PENSAMOS, DIZEMOS E FAZEMOS

1. É a VERDADE?

2. É JUSTO para todos os interessados?

3. Criará BOA VONTADE e MELHORES AMIZADES?

4. Será BENÉFICO para todos os interessados?


Hino Rotário

Somos companheiros unidos no ideal
Juntos o ano inteiro em harmonia sem igual
Temos no trabalho a nossa vocação
E no Servir o nosso coração

Somos do ROTARY companheirismo internacional
Somos do ROTARY rotarismo pra paz mundial
Somos do ROTARY comunidade em atenção
Com respeito e amizade divulgamos a compreensão

Honrando o nosso emblema
Engrenagem azul - ouro assim
Seguindo o nosso lema
Dar de si antes de pensar em si
Temos no trabalho a nossa vocação
E no Servir o nosso coração

A ética conclamamos
Da maneira exemplar
Paul Harris nós lembramos
Pra sua meta alcançar
Temos no trabalho a nossa vocação
E no Servir o nosso coração